Evoluçao da estrutura

Descreve como a BM&FBovespa chegou à estrutura atual

A história da Bolsa paulista começa em 1890, quando Emílio Rangel Pestana cria uma Bolsa Livre para operar valores financeiros na cidade de São Paulo.

A iniciativa durou pouco. Ocorreram diversos problemas relacionados ao Encilhamento [1], resultando no fechamento da Bolsa.

Só em 1895 repete-se a iniciativa paulista, e cria-se uma Bolsa de Títulos de São Paulo, que reúne os corretores de títulos e de câmbio.

A cronologia da estrutura patrimonial da Bolsa segue esta série de eventos:

Ano

Evento

1934

Transforma-se em Bolsa Oficial de Valores de São Paulo, entidade oficial corporativa vinculada à Secretaria de Finanças do Estado de São Paulo, com corretores oficiais de fundos públicos nomeados pelo governo

1967

Deixa de ser oficial, passa a chamar-se Bovespa - Bolsa de Valores de São Paulo, e corretores oficiais se transformam em sociedades corretoras (ou empresas individuais com o mesmo objeto social)

1986

Cria-se a BM&F – Bolsa Mercantil e de Futuros, com a Bovespa como instituidora

1991

Acordo entre a BM&F e a BMSP – Bolsa de Mercadorias de SP, com troca de nome para BM&F – Bolsa de Mercadorias e Futuros

1997

Acordo entre a BM&F e a BBF – Bolsa Brasileira de Futuros, do Rio de Janeiro

1999

Unificação das operações de pregão com as demais bolsas de valores do país

2007

Desmutualização da Bovespa e da BM&F

2008

Integração das bolsas que passam a chamar-se BM&FBovespa



[1] Política financeira de estímulo á indústria, criada pelo ministro Ruy Barbosa, baseada no aumento do meio circulante com a criação de bancos emissores, trocando o lastro-ouro por títulos da dívida pública, que resultou em espiral inflacionária e grande número de falências.

 

Atualizado em 06/11/2012