A purificação do ouro
Descreve os processos de purificação
A metalurgia do ouro é, quase certamente, a primeira experiência do homem com o tratamento dos metais. Devido à sua forma elementar metálica, excelente maleabilidade e alta densidade, o minério de ouro já era conhecido e o metal trabalhado nas primeiras gerações do povo egípcio.
Há 6 mil anos, o ouro é explorado no mundo e desperta o interesse dos homens que o cobiçam devido a suas inigualáveis características. Na Alta Antiguidade, a Bíblia cita o ouro como símbolo da riqueza. Além disso, são conhecidas explorações históricas existentes no Sudão, fornecedor do metal para o Egito. Também na Trácia, região que se situava aproximadamente ao norte da Grécia atual; na Lídia, atual Irã, China e em outros países o metal era extraído e trabalhado. O ouro já era procurado como reserva de valor, tanto mais preciosa quanto escassa a sua quantidade e custosa sua obtenção.
Conforme o processo utilizado, o ouro que se obtém é mais ou menos purificado.
Os principais processos de purificação do ouro são:
| Toque | Forma rudimentar de avaliação de pureza com uso de pedra que risca o metal e compara com estrela de pontas com diferentes ligas de ouro (22 K, 18 K, 14 K) |
| Copelação | Oxidação das impurezas, depois absorvidas por formas especiais de farinha de osso chamadas copelas |
| Via úmida | Dissolução do ouro impuro em água régia, que separa os metais por precipitação |
| Processo eletrolítico | Depósito seletivo de moléculas de ouro em catodos, e precipitação de outros metais |
| Espectrofotometria de absorção atômica | Método mais sensível, possibilita a identificação das impurezas em uma liga de ouro |
Veja mais detalhes em
| file:///C:/Users/Luiz%20Fernando%20Rudge/Downloads/metal_ouro_2_.pdf |
Atualizado em 26/04/2020