Principais fontes de financiamento
Detalha este conceito
As fontes de financiamento com capital próprio da empresa são representadas fundamentalmente por:
- Recursos oriundos dos lucros gerados pela própria atividade e não distribuídos aos acionistas na forma de dividendos.
- Recursos obtidos através do aumento de capital pela injeção de dinheiro novo por parte de acionistas atuais ou novos.
No Balanço Patrimonial, os recursos próprios classificam-se dentro do Patrimônio Líquido.
A distinção entre o capital próprio e as demais fontes de financiamento citadas mostra que tanto os financiamentos de curto prazo como os de longo prazo deverão ser compulsoriamente pagos, independentemente da empresa obter lucro ou prejuízo.
O capital próprio tem sua remuneração vinculada aos resultados. Se a empresa operar com prejuízos, os acionistas não recebem dividendos e os preços de suas ações caem. Se os lucros forem elevados, os dividendos também serão, e haverá valorização nos preços de suas ações.
Os administradores devem agir no sentido de obter o máximo retorno com um mínimo de custo de capital, tanto o próprio quanto o de terceiros. Para tanto, a administração deverá aplicar seu máximo esforço e talento para que:
- As instituições financeiras sintam-se seguras em emprestar dinheiro para a empresa em prazos maiores e aos menores custos financeiros possíveis.
- Os acionistas sintam-se seguros quanto aos rumos do negócio e exijam menor retorno sobre seu investimento, inclusive se dispondo a reinvestir lucros que possibilitem manter a empresa permanentemente capitalizada.
Portanto, se uma empresa administra com eficiência seus ativos e passivos, os lucros tenderão a ser crescentes, e o valor do patrimônio dos acionistas se eleva.
Atualizado em 04/05/2020