O perfil do investidor
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A parafernália de instrumentos de informática permite hoje acesso a grandes quantidades de informações, que se tornam democraticamente disponíveis, em tempo real, para profissionais de investimentos, comunicadores, administradores financeiros, investidores individuais e agentes que administram grandes somas de recursos.
Esta evolução da informática e das comunicações sepultou, em definitivo, a figura do investidor intuitivo de recursos médios, incapaz de competir na administração globalizada de investimentos financeiros.
É certo que:
- Ninguém se importa mais com o capital de um investidor do que ele mesmo.
- Cabe ao investidor, com exclusividade, a decisão final sobre o que fazer com seu dinheiro.
Cada vez mais técnicos, os mercados apoiam-se em operações de administração e transferência de riscos, com intensa movimentação de recursos. Nesse cenário, o modelo de administração de investimentos apoia-se em conceitos, como o correto balanceamento do patrimônio a administrar nas várias alternativas disponíveis. Isso pressupõe um processo judicioso de avaliação de áreas nos quais os patrimônios serão investidos.
Para um sem-número de analistas, o balanceamento correto do patrimônio é mais importante do que a seleção de uma carteira de títulos de investimento.
No setor de fundos de investimentos, a ANBIMA já definiu uma API - Análise do Perfil do Investidor, um processo que permite verificar a adequação dos produtos ao perfil do investidor.
É aplicado às pessoas físicas que realizam aplicações em fundos de ações, multimercados e aqueles classificados como Crédito Privado.
Atualizado em 20/08/2014