A tolerância ao risco

Define o nível de tolerância

O grau de aversão ao risco depende das características pessoais do investidor e do seu momento de vida.

Quanto ao primeiro aspecto, o principal comentário é que o investidor deve fazer uma análise pessoal sobre sua capacidade de suportar eventuais perdas ou oscilações de patrimônio antes de montar sua estratégia de investimento.

Este é um contorno da carteira de investimento de grande importância, mas muitas vezes esquecido em momentos de euforia. Quando ocorre a reversão do ciclo de alta de preços, surge o desespero e posições são liquidadas com grandes perdas.

O investidor pode ter um perfil agressivo e estar acostumado a suportar variações em seu patrimônio, mas em determinados momentos de sua vida a prudência determina que a estratégia de investimento deve ser mais cautelosa. Se o investidor estiver desempregado ou prestes a se aposentar, certamente deve privilegiar ativos de menor risco, mesmo se possuir experiência no mercado. O mesmo pode se afirmar quando se tratar da aplicação de recursos comprometidos como aqueles destinados a pagamentos de dívidas.

Torna-se mais comum o investidor prudente operar mercados a partir de estratégias defensivas, que não significam uma avaliação acovardada das oportunidades, mas grande ênfase na preservação dos capitais investidos. Como orientação básica, o investidor prudente Opera para preservar capitais; Diversifica; Procura o longo prazo (afinal, investimento é para a vida toda); E procura qualidade, preços baixos, rendimentos adequados ao risco

Os administradores ponderados lembram ainda, para enfatizar mais sua orientação, que rendas perdidas por má seleção de investimentos não fazem parte de qualquer estratégia, mas são capazes de atrasar objetivos de investimento e inviabilizar taxas de retorno projetadas pelo investidor.

Atualizado em 20/08/2014