Conselhos e gestores

Orienta sobre o assunto

Warren diz que o desempenho de seus CEOs contrasta nitidamente com o normal em outras empresas, e deixa claro que “o chefe do executivo-chefe é um conselho diretor que poucas vezes avalia a si mesmo ou é responsabilizado por um desempenho abaixo do esperado”.

Ele orienta sua atividade para a existência de conselhos com poucos conselheiros (“dez é um bom número”), com maioria de conselheiros independentes, “que devem estabelecer padrões para o desempenho do executivo-chefe”. O conselho ideal terá conselheiros com amplo conhecimento do negócio da empresa, interesse em executar o trabalho e ter postura de proprietário da empresa. WARREN desconfia de celebridades.

Na Berkshire , qualquer conselheiro deve pertencer a uma família que tenha pelo menos 4 M de ações, adquiridas com capital próprio, e para eles não há seguro de responsabilidade civil.

E conselheiros não dizem a gestores excepcionais como devem administrar suas empresas. É preciso dar-lhes autonomia sobre suas agendas. “Queremos que eles pensem ser os únicos donos da empresa que administram, e que a empresa seja o único bem que terão pelo resto da vida”.

 

 

Atualizado em 25/06/2024