Conceito de renda fixa
Descreve como conceituar as operaçoes de renda afixa
A renda fixa é representada por títulos que pagam, em dias fixados como dia de vencimento, uma remuneração contratada previamente, determinada no momento da aplicação.
A compra um título de renda fixa caracteriza o comprador como agente doador de recursos, para que um banco realize operações de crédito com esses recursos.
Os juros cobrados nada mais são do que a remuneração que o investidor recebe por aplicar seu dinheiro.
A remuneração é sempre fixada no ato da aplicação, e pode revestir duas formas:
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Pré-fixada |
remuneração é conhecida no momento da aplicação |
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Pós-fixada |
remuneração é conhecida no momento do resgate |
Um investimento pós-fixado é mais adequado quando se espera um aumento da inflação, ou da taxa de juros. Nesse tipo de cenário, o rendimento do título tende a subir, aumentando o retorno para o investidor.
Ao realizar seu investimento em renda fixa, o investidor busca, normalmente, um destes objetivos:
- Utilizá-lo em outra finalidade, e apenas deixá-lo aplicado até uma data próxima daquela;
- Obter uma renda periodicamente com essa aplicação, mantendo o valor aplicado e desfrutando da renda com outras finalidades. Em diversos países, o investidor obtém uma renda mensal. No Brasil esta prática ficou em desuso;
- Acumular capital e rendas, para enriquecimento
As taxas de remuneração dos títulos de renda fixa ronda os valores da Taxa DI, apesar de as taxas de operações de crédito serem muito superiores a ela.
Os fatores que comandam essa tendência são, desde logo:
- a folga financeira com que operam os grandes bancos, que mantém entre seus clientes muitos aplicadores de médio e pequeno porte, fazendo companhia ao que se chama de "dinheiro grande de fontes inteligentes";
- a dimensão do mercado de crédito bancário, sensivelmente inferior à dimensão dos recursos próprios e de terceiros administrados pelas grandes redes bancárias.
Atualizado em 28/04/2020